Arquivo para Maio 8th, 2008

Ex-namorada de Ronaldinho fenômeno vai lançar filme erótico, após escândalo com o craque

Ex de Ronaldo aproveita escândalo com travesti e lança filme pornô

 

RIO DE JANEIRO, 7 de maio – Aproveitando o escândalo de Ronaldo com travestis, a modelo Viviane Brunieri, ex-namorada do Fenômeno, vai lançar seu primeiro filme pornô.
Conhecida como Ronaldinha, após affair com o craque em 1998, Vivi, que já posou nua para a Playboy, vai contracenar com um sósia do jogador. 

O lançamento do filme ‘Vivi Ronaldinha, Minha Primeira Vez’ está marcado para o dia 20 de Junho.

 

 

Raposa perde para o Boca Juniors e está fora da libertadores

BELO HORIZONTE - O Cruzeiro foi eliminado nesta quarta-feira da Copa Libertadores ao ser derrotado em casa para o Boca Juniors, por 2 a 1, pela partida de volta das oitavas-de-final da competição continental. O time argentino, atual campeão do torneio, havia vencido a primeira partida, na Bombonera, pelo mesmo placar. Nas quartas-de-final, o Boca enfrentará o Atlas, do México, que eliminou o Lanús, da Argentina.

Veja também:
tabela Classificação
tabela Calendário / Resultados

Em sete partidas, foi o primeiro triunfo da equipe de Buenos Aires sobre o time celeste no Mineirão. Até então, o Cruzeiro, em seus domínios, computava cinco vitórias e um empate.

A vitória argentina foi praticamente assegurada nos primeiros 45 minutos, quando abriu uma vantagem de 2 a 0 no placar. Apesar da determinação e do maior volume de jogo, o Cruzeiro não conseguia romper a firme marcação do Boca, que aos poucos foi se organizando e explorando os espaços deixados pela equipe mineira.

Aos 33 minutos, o atacante Palácio recebeu do armador Riquelme e desperdiçou na frente do goleiro Fábio. Contudo, três minutos depois, Palácio se redimiu. Na entrada da área adversária, ele driblou no zagueiro Espinoza e acertou o ângulo esquerdo do gol cruzeirense: 1 a 0.

 Cruzeiro 1
Fábio; Jonathan (Apodí), Thiago Heleno, Espinoza e Marquinhos Paraná; Fabrício, Charles (Henrique), Ramires     e Wagner; Guilherme (Marcinho    ) e Marcelo Moreno
Técnico: Adílson Baptista
 Boca Juniors 2
Caranta    ; Maidana    , Cáceres, Morel e Monzón; Vargas     (Ledesma), Battaglia, Dátolo (Gonzales) e Riquelme; Palacio e Palermo (Boselli)
Técnico: Carlos Ischia
Gols: Palacio, aos 36, e Palermo, aos 43 minutos do primeiro tempo; Wagner, aos 11 minutos do segundo tempo
Árbitro: Carlos Chandía (Chile)
Renda: R$ 987.415,00
Público: 61.471 pagantes
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte

O Cruzeiro sentiu o golpe, mas aos 39 o atacante Marcelo Moreno concluiu na área e quase empata, na melhor chance criada pelo time celeste na etapa inicial. Porém, o Boca soube aproveitar o mau momento cruzeirense e aos 43 minutos ampliou a vantagem. O atacante Palermo aproveitou um cruzamento da esquerda e, de cabeça, fez o segundo.

O Cruzeiro voltou do intervalo com a ingrata missão de fazer quatro gols e não sofrer nenhum para continuar na competição continental. Como não restava outra alternativa, se mandou para o ataque.

Os mais de 61 mil torcedores pagantes no Mineirão se animaram quando o meia Wagner, aos 11 minutos, na grande área, aproveitou o rebote do goleiro Caranta e concluiu com estilo – de voleio -, diminuindo para a equipe da casa.

A pressão celeste era total e, aos 23 minutos, a trave evitou o segundo gol, numa cabeçada de Marcelo Moreno. Apesar da vontade, o Cruzeiro – que terminou com 10 jogadores em campo, após a expulsão de Ramires, aos 37 minutos – não conseguiu ameaçar a vitória e a classificação do Boca, adiando mais uma vez o sonho do tricampeonato da Libertadores.

Enfim casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá estão presos novamente

O juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara do Júri do Fórum de Santana, recebeu integralmente denúncia do Ministério Público de São Paulo e decretou a prisão preventiva do casal Alexandre Nardoni, 29, e Anna Carolina Jatobá, 24, pai e madrasta da menina Isabella, jogada do 6º andar do prédio em que o casal morava, na zona norte da capital paulista. Agora, eles são réus em processo penal pelo crime.

Após cerca de seis horas de espera em frente ao prédio em que moram os pais de Anna Carolina, em Guarulhos, Alexandre e a mulher saíram algemados. Ambos foram colocados em uma viatura da Polícia Civil e seguem para o 9º Distrito Policial.

Depois, serão encaminhados ao IML (Instituto Médico Legal) para realizar exames de praxe. Alexandre deve ser levado ao 13º Distrito Policial, na Casa Verde, onde existe cela especial para presos com diploma superior, e Anna Carolina deve ir para a Penitenciária Feminina do Carandiru.

Mais cedo, ao sair do Fórum de Santana, o advogado Rogério Neres adiantara que o casal se apresentaria espontaneamente à Justiça, “assim como fizeram durante todo o rumo das investigações”. Ele informou também que entrará com habeas corpus imediatamente.

Prisão
Em seu despacho, o juiz considerou a existência de indícios de autoria em relação ao casal. Segundo ele, “a conduta imputada deixa transparecer que se trata de pessoas desprovidas de sensibilidade moral e sem um mínimo de compaixão humana, ainda mais em se tratando do fato de que a vítima seria filha de um deles e enteada do outro”. Leia a íntegra da decisão

O promotor do caso, Francisco Cembranelli, elogiou a decisão e afirmou que não acredita que o casal consiga habeas corpus. Ele aguarda o desenrolar do processo, com os interrogatórios dos réus. “Se depender da Promotoria, a sociedade terá uma resposta rápida para essa tragédia”, disse.

Como réus, Alexandre e Anna Carolina podem permanecer presos até o julgamento. Segundo o promotor, a prisão acelera o trâmite, já que réus presos possuem prioridade na pauta dos tribunais. “Com eles soltos, haverá uma enorme quantidade de recursos protelatórios que prejudicarão o andamento”, disse em entrevista coletiva, logo após decretada a preventiva.

A Promotoria justificou o pedido não somente pelo clamor público ocasionado por um delito dessa gravidade, como também pela manipulação que o casal teria feito dos fatos e da percepção das pessoas sobre toda a situação, “tudo por meio de imprensa televisionada de grande alcance”.

Denúncia
O Ministério Público de São Paulo apresentou denúncia nesta terça-feira (6/5) contra o casal por dois crimes: homicídio com três qualificadoras —por asfixia mecânica (meio cruel), uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima (Isabella estava inconsciente no momento da queda) e com o intuito de garantir a impunidade de delito anterior (o próprio assassinato da menina), além de agravantes; e por fraude processual (manipular a cena do crime com o intuito de enganar a Justiça). A pena vai de 12 a 30 anos de prisão.

ENTENDA todas as acusações (AQUI)

O advogado do casal, Marco Polo Levorin, afirmou que a denúncia é superficial, que ainda não apresentou suas provas e que a defesa sai “fortalecida” após o término do inquérito. Questionou ainda a falta de uma motivação para o crime.

Motivos
Segundo a denúncia, o relacionamento entre Alexandre e Anna Carolina era caracterizado “por freqüentes e acirradas discussões, motivadas principalmente por forte ciúme nutrido pela madrasta em relação à mãe biológica da criança”. Ambos têm, na visão do Ministério Público, um perfil agressivo, demonstrado por relatos sobre brigas e até outras situações envolvendo os filhos.

Naquela noite, Cembranelli diz que há indícios suficientes para se afirmar que ocorreu uma forte discussão e, depois disso, a menina foi agredida com um instrumento contundente. Não se sabe ao certo o motivo. Na seqüência, Anna Carolina apertou o pescoço de Isabella com as mãos, ocasionando uma esganadura, e Alexandre, “incumbido do dever legal de agir para socorrer a própria filha, omitiu-se”.

Isabella, ainda desfalecida, foi então jogada pela tela de proteção da janela cortada por Alexandre minutos antes. Enquanto isso, além de concorrer para que este crime ocorresse, Anna Carolina Jatobá alterava o apartamento com o intuito de encobrir o que haviam feito, apagando marcas de sangue, mudando objetos de lugar e lavando peças de roupa.

“Isabella foi jogada ainda com vida. A intenção do casal foi a de dar uma solução a um problema que haviam arranjado, as agressões que haviam feito contra a menina”, afirma o promotor.

Ainda segundo ele, Alexandre utilizou-se de meio cruel para assassinar a própria filha, pois, além de sofrer asfixia e outros ferimentos, ela teria sido jogada ainda com vida. O pai de Isabella teve a conduta considerada mais grave pela denúncia, por ter cometido o crime contra um descendente.

Por fim, o casal é acusado por simular que um ladrão havia invadido o apartamento da família e lançado Isabella da janela. Isso porque, após a queda, Alexandre, já no térreo “preocupava-se em mostrar a todos que havia um invasor no prédio”, diz a denúncia. Pouco depois, Anna Carolina desceu e ofendeu o porteiro, sugerindo falta de segurança no condomínio. “Tudo isso com o intuito de manipular a Justiça”, considera Cembranelli.

Próximos passos
O juiz Maurício Fossen já havia decretado a prisão temporária de Alexandre e Anna Carolina no último dia 3 de abril, para preservar as investigações. Oito dias depois, eles conseguiram liminar em habeas corpus do desembargador Caio Eduardo Canguçu de Almeida, que entendeu não haver, até aquele momento, indícios consistentes de que eles cometeram o crime, além de provas de que pudessem atrapalhar o trabalho da polícia.

O mérito do HC está para ser julgado pelo TJ-SP, mas como se refere à prisão temporária, foi prejudicado. Assim, a defesa é obrigada a apresentar um novo pedido.

O interrogatório dos réus está marcado para o próximo dia 28 de maio no Fórum de Santana. Depois, o juiz ouve testemunhas de acusação e defesa. Por fim, as partes apresentam suas alegações finais no processo e o juiz decide se pronuncia o casal, ou seja, se eles serão submetidos a júri popular, como ocorre em casos de homicídio.


 

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