“Eu queria me livrar do pacote. Sempre fui incompetente para cuidar dela”. Essas foram as palavras da auxiliar de enfermagem Tatiane Damiane, de 41 anos, ao delegado Antonio Campos de Macedo, do 1º Distrito Policial de Curitiba (PR), ao explicar por que matou a própria filha, Mariana, de 8 meses, ao jogá-la do 6º andar do apartamento onde moravam, na região central da capital paranaense.
Mãe tinha problemas
mentais, diz polícia
A auxiliar de enfermagem que jogou na noite de segunda-feira (30) sua filha de oito meses do sexto andar de um edifício em Curitiba (PR) aparenta problemas mentais, segundo a polícia. Segundo policiais, ela dizia frases sem nexo durante depoimento e, mesmo assim, confessou que jogou a criança.
A auxiliar de enfermagem, que trabalha no Hospital das Clínicas, onde vinha tomando medicamentos e recebendo acompanhamento psicológico por causa de crises de depressão, foi transferida para o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crime (Nucria), que assumirá o inquérito.
Tatiane foi indiciada por homicídio doloso e o inquérito que apura o caso deve ficar pronto em 10 dias. A auxiliar de enfermagem foi encaminhada para o Centro de Triagem I e deve passar por exames de sanidade mental.
Tentativa de suicídio
A criança morreu na hora. Segundo o jornal Gazeta do Povo, testemunhas afirmaram à polícia que a mãe da criança ameaçou se jogar antes de lançar o bebê. Populares avisaram o Corpo de Bombeiros que a mulher estaria ameaçando se atirar da janela, mas quando os bombeiros chegaram a criança é que havia sido atirada de uma altura de cerca de 20 metros.
Segundo o governo do Paraná, a delegada Eunice Vieira Bonome, do Nucria, afirmou que “quando os policiais militares chegaram ao local, foi constatado que a criança estava morta, em cima da laje da garagem do prédio. Os populares se revoltaram e queriam linchar Tatiane, mas os policiais fizeram um cerco pela garagem para que a acusada saísse do prédio”.
A polícia confirmou que Tatiane planejava se jogar do prédio depois de ter atirado a criança. “No seu depoimento, ela comentou que estava cansada de cuidar da filha e que não apresentava nenhum tipo de sentimento por ela. A mulher não se jogou por interferência dos vizinhos, que bateram na porta do apartamento e pediram para ela descer da janela”, disse a delegada.
Ainda segundo a delegada, Tatiane falou que tomava dois remédios, sendo que um deles foi receitado por um psiquiatra.
Segundo a Gazeta do Povo, a auxiliar de enfermagem contou que morava sozinha com a filha Mariana e só via o pai da criança de tempos em tempos. “Ele vai saber da morte pelos noticiários”, disse. “Não me arrependo do que fiz”, disse ela ao encerrar o depoimento.

É muito triste oq vimos aqui .Temos o caso da isabella nardonni q nao foi uma liçao pra ninguem isto ai fez motivar estas pessoas jogarem seus filhos.
Deus q os protejam
Lamentável… ao ver esta notícia na televisão meu filho me disse: Ainda bem que a janela aqui de casa é baixa.
Daqui a pouco as crianças vão ficar amedrontadas por pensarem que podem ser lançadas pela janela por seus próprios pais.
ABSURDO!
Crianças indefesas.
Dá um nó na garganta… nem sei mais o que dizer… desculpem..
È Lamentavel, que situações como essa, aconteçam nos dias de hj, Sou mãe de uma criança de 01 ano e 03 meses portadora da Sindrome de Apert, sindrome no qual tenho que corrigir algumas imperfeições da minha filha, sofro ao vê-la em idas e vindas ao Hospital, e vejo uma mãe dessa que joga “fora” a sua filha como se fosse um “pacote” e no entanto, tenho que lutar contra a natureza para ter a minha filha comigo!!!!! e essa condenada faz isso com um bebe de 08 meses.
Cadeia perpetua a essa cadela.
Meu Deus aonde vamos pará!!! Tenho um filha de 05 meses e não consigo imaginar como alguém pode fazer algo tão desumano, tão terrível a outro ser tão indefeso. A criança deveria ter nos pais a fortaleza, e não o medo. Daqui a alguns anos, os pais é que estarão escondidos atrás do armário e não mais o bicho-papão ou o lobo mal das estórias infantis, já imaginaram?
Será que alguém pode me esclarecer uma coisa: Por que será que ela não tentou jogar o marido??… certamente, seria bem mais complicado, heim. A raiva que sentia era só do “pacote”… Depois que acontece tudo fica mais fácil, agora se diz doente mental, com problemas psicológicos e o escambau, mas espero que não fique impune. Atualmente preocupamos tanto com o meio ambiente, com o “desenvolvimento sustentável”, penso que está passando da hora de nos importarmos cada vez mais com o ser humano, com o “desenvolvimento social”.
FICO IMAGINANDO ONDE VAMOS PARAR, O QUE MAIS IRÁ ACONTECER. ISSO NÁO É SOMENTE ASSUSTADOR, MAS REPGNANTE AS OLHOS DE DEUS. SE NÓS ESTAMOS HORRORIZADOS, DEUS DEVE ESTAR DECEPCINADO COM SUA CRIACAO. EU NAO CONSIGO IMAGINAR ESSA CENA, ESSA SITUAÇÀO, E PENSO QUE ASSIM COMO A PALAVRA DO SENHOR DISSE, PODEMOS VER QUE O AMOR ESTÁ SE ESFRIANDO, EXISTEM PAIS CONTRA FILHOS E FILHOS CONTRA PAIS.
MAS ESPERO QUE ALGO DIFERENTE SEJA FEITO, NAO ESPERANDO ISSO DE NOSSOS GOVERNANTES, DE ENTIDADES FILANTROPICAS.ETC…
MAS ESPERO QUE O CRIADOR DO CEUS E DA TERRA, VENHA TRAZER ALGO NOVO PARA NÓS, QUE NECESSITAMOS SIMPLESMENTE DO OLHAR DO REI JESUS..
Acho que isso e falta de um pouco de vergonha na cara.
louca como ? se ela decidiu em não se jogar e jogar um anjo de Deus.
So tenho que orar por essa mulher para que ela se arrependa para que Deus à perdoe. E confortar meu coração em saber que esse anjo esta com Deus nessa hoje.
A maior justiça dera a de Deus.
Ao invez de matarem essas crianças doe para mulheres que sonham em ter um filho e não pode.
oi